domingo, 22 de junho de 2025
EUA entram na guerra e atacam 3 instalações nucleares do Irã
Os Estados Unidos entraram oficialmente na guerra entre Israel e Irã, neste sábado (21), realizando ataques aéreos de alta precisão contra três instalações nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Esfahan. O presidente Donald Trump confirmou os bombardeios, declarando que o Irã enfrenta uma escolha entre paz ou tragédia. Israel apoiou a ação, enquanto o Irã reconheceu os ataques e prometeu retaliar contra cidadãos e militares americanos na região.
Os bombardeios envolveram o uso de aviões B-2 e mísseis Tomahawk. Trump afirmou que as aeronaves já haviam deixado o espaço aéreo iraniano em segurança. A entrada dos EUA intensifica o conflito, iniciado por combates entre Israel e Irã, com ataques e retaliações de ambos os lados. Trump também sinalizou que pretende forçar o Irã a negociar um novo acordo nuclear e que os EUA e Israel estão totalmente coordenados. Especialistas acreditam que apenas os EUA têm capacidade para neutralizar o programa nuclear iraniano.
realizando ataques aéreos de alta precisão contra três instalações nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Esfahan. O presidente Donald Trump confirmou os bombardeios, declarando que o Irã enfrenta uma escolha entre paz ou tragédia. Israel apoiou a ação, enquanto o Irã reconheceu os ataques e prometeu retaliar contra cidadãos e militares americanos na região.
Os bombardeios envolveram o uso de aviões B-2 e mísseis Tomahawk. Trump afirmou que as aeronaves já haviam deixado o espaço aéreo iraniano em segurança. A entrada dos EUA intensifica o conflito, iniciado por combates entre Israel e Irã, com ataques e retaliações de ambos os lados. Trump também sinalizou que pretende forçar o Irã a negociar um novo acordo nuclear e que os EUA e Israel estão totalmente coordenados. Especialistas acreditam que apenas os EUA têm capacidade para neutralizar o programa nuclear iraniano. (Texto: Rádio Web CP com informações da Redação g1).
As “florestas verticais” que estão transformando cidades
O arquiteto italiano Stefano Boeri criou, em Milão, o primeiro projeto de "floresta vertical" do mundo — prédios cobertos por plantas que ajudam a reduzir a temperatura, melhorar a qualidade do ar e trazer biodiversidade para os centros urbanos. Essas estruturas podem diminuir a temperatura em até 3ºC e filtrar poluentes, além de contribuir para o bem-estar dos moradores.
Desde então, o conceito se espalhou pelo mundo, chegando a cidades como Dubai, Denver, Antuérpia, Cairo e outras. Projetos semelhantes surgiram também em hospitais, aeroportos e edifícios comerciais, promovendo a integração entre natureza e arquitetura.
Pesquisas mostram que viver perto de áreas verdes reduz problemas como ansiedade e depressão. Além disso, essas construções ajudam a combater as mudanças climáticas, capturando CO₂ e reduzindo a necessidade de ar-condicionado.
Arquitetos como Boeri e Vincent Callebaut lideram essa transformação urbana, com projetos que fazem das cidades não um problema, mas parte da solução ambiental. O movimento das florestas verticais já é considerado fundamental para o futuro das cidades sustentáveis. (Texto: Rádio Web CP com informações de Deborah Nicholls Lee-BBC News).
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